As disputas cada vez mais acirradas dentro do universo mobile são típicas de um mercado em franca expansão, se acomodando para abrigar diversos players em variados segmentos. Vejamos o caso da Apple, que de um lado perde mercado em sistemas operacionais e do outro, cresce em market share de celulares.
Dados da Quantcast mostram que de dezembro de 2009 a fevereiro deste ano, o aumento do sistema operacional do Google em relação ao consumo de web móvel foi de 44,6%, enquanto o iPhone recuou 4,5%. Em fevereiro, o iPhone foi responsável por 63,7% do acesso móvel à web na América do Norte, enquanto que os celulares equipados com Android representaram 15,2%.
Já no mercado de celulares, a Apple vem tomando market share da RIM e no ritmo de crescimento atual pode ultrapassá-la em 2011, com 11% para o iPhone e 8% para o BlackBerry, segundo projeção da consultoria Trefis. Apesar de ambas as companhias terem aumentado sua participação nos últimos dois anos – hoje o BlackBerry tem 3% contra 2% do iPhone, especialistas acreditam que o mais amplo ecossistema de produtos (Macs, iPad, Apple TV) e serviços (iTunes, iPhone apps) faz o iPhone ser mais atrativo para os consumidores nos próximos anos. O lançamento do iPad, com data oficial marcada para o próximo dia 3 de abril, deve impulsionar a venda de outros produtos da Apple, como o iPhone.


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Os números são grandes: mais de US$ 4,24 bilhões gastos em aplicativos móveis em 2009, em um total de 2,516 bilhões de downloads com participação de 99,4% da Apple. É o que está no relatório da consultoria Gartner, que também projeta crescimentos expressivos para 2010, como divulgado em
Esta é a tradução nua e crua da denominação que o New York Times fez ao Japão 






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