De vez em quando a gente faz uns posts engraçados. A idéia é descontrair um pouco entre os vários posts mais focados em fatos importantes do mercado, mas também acreditamos que é possível promover reflexões utilizando o bom humor.
Usamos este video para exemplificar a importância do respeito à privacidade do usuário. O ringtone que promove a vergonha poderia ser um SMS invasivo ou um mobile banner inapropriado. O efeito errado decorrente de uma interação publicitária mal sucedida é muito perigoso e pode comprometer o autor da bagunça.
Por isso aqui fica a lição: O usuário de celular não é contra anúncios, ele é seletivo com os mesmos! Portanto apenas anuncie aquilo que é relevante para ele e da forma que ele gostaria de ver! Será bom para ele e melhor para a sua marca.
A febre do iPhone possui um sintoma mais forte nos anunciantes que é a necessidade de ter um aplicativo para download. Chegou-se ao ponto que sugerir qualquer opção além de aplicativo pra iPhone é politicamente incorreto!
“Do the App!” – Esta expressão é corriqueira de Madison Avenue às agências de São Paulo, porém antes de sair fazendo um aplicativo, é importante lembrar que, dependendo da relevância do conteúdo e da utilidade para o usuário, fazer um mobile site (otimizado para iPhone) pode ser uma solução mais interessante e rápida.
Na semana passada eu estava em reunão com um cliente e fiquei bem feliz. Após expor a sua necessidade em mobile, ele me perguntou: ‘queria saber se é melhor fazer um mobile site ou aplicativo’ e então começamos a conversar sobre as vantagens de cada formato (para o mesmo conteúdo).
Escrevo abaixo alguns pontos da conversa e que podem ajudar nesta decisão.
Mobile Site
- Permite a disponibilazação de um ícone na home do celular ;
- Mais barato;
- Desenvolvimento mais rápido;
- Facilidade de atualização e modificação;
- Não depende de aprovação burocrática da Apple;
- Conteúdo não fica ‘perdido’ no acervo de 30 mil aplicativos
Aplicativo
- Roda offline e não implica em custos para o usuário (apenas quando há sincronização de dados e atualização permitidas pelo usuário);
- Experiência mais rica de navegação: permite 3D e animação, integração com câmera, GPS etc…
A Televisão é a mídia que concentra os maiores investimentos publicitários. Sendo um palco onde criativos exibem os seus trabalhos extravagantes, a telinha já foi responsável pelo lançamento de vários produtos, celebridades e inclusive o nosso inseparável celular!
Veja estes comerciais retrôs, americanos, que selecionamos para animar a nossa mobiblogsfera. Repare que o foco na mobilidade é o ‘drive’ do diferencial de usar os aparelhos. Será que os comerciais de hoje, tão preocupados em disputar os assinantes, conseguem passar os verdadeiros benefícios dos aparelhos aos usuários?
Quando eu assisti a este vídeo no You Tube não dei nenhuma risada. O que eu senti mesmo foi agonia.
Agonia de imaginar se a minha marca estivesse no roteiro da motorista viciada em promoções e que não estivesse pronto para oferecer nada para ela em um momento tão precioso: o momento em que ela – minha cliente – escolheu!
Será que a minha marca estaria pensando fora da caixa, realizando ações focadas no consumidor – neste caso, mobile advertising – para ela e outras milhares de pessoas dispostas a procurar pela minha mensagem? Ou será que a minha empresa ou marca ainda estaria questionando as novas mídias e realizando ações para impactar o consumidor através das mídias tradicionais?
Está dúvida pesava e veio a pergunta que não quer calar: “Estaria a minha marca inovando ou deixando de lucrar e esperando os concorrentes testarem primeiro?”
O consumidor está cada vez mais seletivo e agora vai decidir cada vez mais o quer ver, quando e de que forma. Por isso os anunciantes precisam prestar atenção no celular, a mídia mais próxima, mais utilizada e sempre presente na vida de todos os consumidores.
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Nota: Não há incidência de impostos de importação para livros
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