Dinheiro está nos apps, diz executivo da AdMob

A rede de mobile advertising AdMob concentra hoje seus esforços nos aplicativos, mais do que em internet via celular, de acordo com o executivo Charles Yim. A rede adquirida pelo Google em novembro passado observou que o tráfego gerado pelos smartphones já superou o de aparelhos convencionais desde o fim de 2009. A tendência é de crescimento motivado pelos inúmeros lançamentos de aparelhos, diversificação de plataformas e novos tablets como o iPad.

A rede da AdMob tem crescido bastante e recentemente incluiu 36 milhões de aparelhos iPhone e iPod Touch, além de ter presenciado no final de 2009 uma explosão no número de plataformas Android. Da rede de iPhone da AdMob já fazem parte cerca de 9 mil aplicativos e websites otimizados, número que cresce a cada dia, segundo Yim. A rede Android tem aproximadamente metade disso.

Além de banners e vídeos, a AdMob tem focado em campanhas que usam a propaganda móvel para gerar o máximo de downloads possíveis para um aplicativo. Ao fazer isso, a AdMob pode levar um app ao top 10 ou 25 da lista de mais populares, evitando problemas de detectabilidade entre 140 mil outras opções de aplicativos. (via Connected Planet)

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Google X Apple X RIM: disputas no mercado mobile estão cada vez melhores

As disputas cada vez mais acirradas dentro do universo mobile são típicas de um mercado em franca expansão, se acomodando para abrigar diversos players em variados segmentos. Vejamos o caso da Apple, que de um lado perde mercado em sistemas operacionais e do outro, cresce em market share de celulares.

Dados da Quantcast mostram que de dezembro de 2009 a fevereiro deste ano, o aumento do sistema operacional do Google em relação ao consumo de web móvel foi de 44,6%, enquanto o iPhone recuou 4,5%. Em fevereiro, o iPhone foi responsável por 63,7% do acesso móvel à web na América do Norte, enquanto que os celulares equipados com Android representaram 15,2%.

Já no mercado de celulares, a Apple vem tomando market share da RIM e no ritmo de crescimento atual pode ultrapassá-la em 2011, com 11% para o iPhone e 8% para o BlackBerry, segundo projeção da consultoria Trefis. Apesar de ambas as companhias terem aumentado sua participação nos últimos dois anos – hoje o BlackBerry tem 3% contra 2% do iPhone, especialistas acreditam que o mais amplo ecossistema de produtos (Macs, iPad, Apple TV) e serviços (iTunes, iPhone apps) faz o iPhone ser mais atrativo para os consumidores nos próximos anos. O lançamento do iPad, com data oficial marcada para o próximo dia 3 de abril, deve impulsionar a venda de outros produtos da Apple, como o iPhone.

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Celular é aliado na hora da compra

O celular deve ser, cada vez mais, um aliado do consumidor no momento da decisão da compra, segundo pesquisa anual da Sterling Commerce, uma empresa do grupo AT&T. O estudo recente feito com cerca de mil consumidores norte americanos perguntou qual a importância do canal móvel para eles. Cerca de 33% dos entrevistados na faixa entre 18 e 44 anos disseram ter uma maior tendência a acessar informações sobre produtos utilizando seus celulares dentro da loja onde foram realizar uma compra e 35% afirmaram que fazem comparação de preços utilizando o aparelho. Na faixa entre 45 e 64 anos, os índices caem para 14% e 20%, respectivamente.

O estudo também revelou um desejo do consumidor de que o varejo trabalhe de forma integrada com as suas lojas físicas e virtuais – 84% dos entrevistados querem poder comprar um item on-line e devolvê-lo em uma loja física, se for o caso. Além disso, 67% querem poder fazer o pedido on-line e retirar a mercadoria na loja física. (via Gazeta do Povo)

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Empresa brasileira já testa publicidade no celular em troca de ligação

A paulistana Freakom, unidade de negócios do Grupo Wert, está testando um sistema de publicidade em que o usuário, ao colocar um código antes do número a ser chamado, ouve até 24 segundos de comercial em troca de um minuto gratuito pela ligação. A mecânica é similar aos m-ads da operadora britânica Orange, em que o usuário troca recebimento de publicidade por conteúdo. O sistema já está disponível em Londrina, no Norte do Paraná, para os clientes de planos pré-pagos da operadora Sercomtel.

A Freakom imagina que, em breve, esteja funcionando em outras cidades brasileiras, inclusive para telefones pós-pagos e até fixos. Se conseguir acordo com todas as operadoras do país, o serviço tem potencial para chegar a 175 milhões de aparelhos – cerca de 82% do total. Segundo o presidente do Grupo Wertt, Jean-Marc Schiffler,  o sistema já está testado, homologado e atrai interesse de agências e anunciantes, dos quais os nomes ele não revela.

O mesmo deve acontecer com os usuários, na opinião do presidente da Sercomtel, Fernando Kirreff. “Nossa audiência é a própria necessidade do usuário. As pessoas só não usam mais seus telefones porque é caro falar. Neste mercado de telefonia, a demanda vai ser sempre maior que a oferta”, acredita. (via Gazeta do Povo)

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Disney lança “Alice” também no celular

Os estúdios Disney começam a apostar nos smartphones como plataforma de propagação do conteúdo de filmes. Um dos primeiros cases é o filme Alice in Wonderland, de Tim Burton, que estréia no EUA essa semana e já conta com um aplicativo para iPhone, lançado simultaneamente ao filme. Trata-se de um jogo em que o usuário vira Alice e precisa resolver uma série de enigmas com a ajuda do Chapeleiro Louco e outros personagens memoráveis do filme. O app custa US$ 4,99 e já está disponível na iTunes Store. Para o público brasileiro, o filme só chega aos cinemas em 23 de abril. (captura: blog iTouchBR)



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Associate Press terá aplicativo para iPad

A agência de notícias Associated Press anunciou que pretende lançar um aplicativo de notícias para o iPad, com o objetivo de gerar renda para sua divisão de conteúdo online. Como parte da iniciativa, a AP criará uma área de negócios, batizada de AP Gateway, responsável por produtos como o serviço de notícias AP Mobile, para smartphones e outros dispositivos móveis, como o tablet da Apple.

Embora alguns serviços sejam gratuitos e mantidos por anúncios, a agência acredita que as pessoas devem pagar para usar o serviço no iPad, que deve oferecer pacotes personalizados de manchetes, notícias, fotos e vídeos de jornais e emissoras de TV. A Associeted Press oferece seu conteúdo a mais de 15 mil veículos de comunicação espalhados pelo mundo e já possui um app de iPhone gratuito. (via Macworld Brasil)

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