Arquivamento da categoria 'Publicidade'

Versão mobile do YouTube já aceita propaganda

Após um período de testes, o Google acaba de implementar a veiculação de anúncios na versão mobile do YouTube. Em post do seu blog que anuncia a novidade, a companhia incentiva potenciais anunciantes a explorarem o universo mobile, afirmando que o público que assiste vídeos pelo celular são “pioneiros em novas tecnologias e têm dinheiro para gastar”.

A nova funcionalidade faz parte da estratégia do Google de colocar o mobile como prioridade em seu modelo de negócios (leia post sobre isso aqui). Entre as mais recentes empreitadas do gigante das buscas, estão a implementação da ferramenta AdWords (links patrocinados) em iPhone e Android, e a aquisição da rede de mensuração de publicidade móvel AdMob.

Com o crescente aumento no acesso a conteúdo via celular, não é difícil imaginar que a venda de anúncios no YouTube móvel repita o sucesso de sua versão desktop.

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Audiência de web no celular vai ultrapassar TV paga, diz diretor do IAB

Em evento sobre Mobile Marketing em São Paulo, o diretor do Interactive Advertising Bureau, Ari Memenghini, mostrou que o volume de acessos à internet via celular vai ultrapassar em breve a audiência da TV por assinatura no país, tornando-se uma mídia cada vez mais atrativa para anunciantes.

A afirmação foi feita com base em uma pesquisa da Nielsen, que mostra que dos 150 milhões de linhas móveis ativas hoje no país, 7,3%, ou, aproximadamente, 11 milhões acessam a internet por mês. “A TV por assinatura tem hoje 5,5 milhões de domicílios, que resultam em uma audiência de 16 milhões, considerando três pessoas por domicílio”, ponderou Ari. “No ritmo de crescimento que o acesso de dados e ainda com a chegada da 3G e de aparelhos cada vez mais avançados, existe a chance real de superar a TV por assinatura em breve, principalmente se considerarmos que o número de linhas móveis cresce uma vez e meia a mais que a TV por assinatura no país”.

Com apenas 3,4% do bolo de investimentos publicitários no País – o IAB prevê que 2008 tenha fechado com R$ 750 milhões -, a mídia mobile tem grandes desafios pela frente. Para Terence Reis, diretor executivo da MMA (Mobile Marketing Association) uma das grande necessidades no momento é ganhar escala. “Precisamos sair da fase de testes e aumentar tanto o tamanho como o número de projetos, além de definir um modelo mais claro de negócios”, salienta. Ele também acredita que tornar a mídia mais amigável para o consumidor é um grande desafio. “Não adianta criar campanhas, influenciar o mercado, se o usuário não tem familiaridade com o uso”. (via metaAnálise)

Não adianta criar campanhas, influenciar o mercado, se o usuário não tem familiaridade com o uso.
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Dinheiro está nos apps, diz executivo da AdMob

A rede de mobile advertising AdMob concentra hoje seus esforços nos aplicativos, mais do que em internet via celular, de acordo com o executivo Charles Yim. A rede adquirida pelo Google em novembro passado observou que o tráfego gerado pelos smartphones já superou o de aparelhos convencionais desde o fim de 2009. A tendência é de crescimento motivado pelos inúmeros lançamentos de aparelhos, diversificação de plataformas e novos tablets como o iPad.

A rede da AdMob tem crescido bastante e recentemente incluiu 36 milhões de aparelhos iPhone e iPod Touch, além de ter presenciado no final de 2009 uma explosão no número de plataformas Android. Da rede de iPhone da AdMob já fazem parte cerca de 9 mil aplicativos e websites otimizados, número que cresce a cada dia, segundo Yim. A rede Android tem aproximadamente metade disso.

Além de banners e vídeos, a AdMob tem focado em campanhas que usam a propaganda móvel para gerar o máximo de downloads possíveis para um aplicativo. Ao fazer isso, a AdMob pode levar um app ao top 10 ou 25 da lista de mais populares, evitando problemas de detectabilidade entre 140 mil outras opções de aplicativos. (via Connected Planet)

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Empresa brasileira já testa publicidade no celular em troca de ligação

A paulistana Freakom, unidade de negócios do Grupo Wert, está testando um sistema de publicidade em que o usuário, ao colocar um código antes do número a ser chamado, ouve até 24 segundos de comercial em troca de um minuto gratuito pela ligação. A mecânica é similar aos m-ads da operadora britânica Orange, em que o usuário troca recebimento de publicidade por conteúdo. O sistema já está disponível em Londrina, no Norte do Paraná, para os clientes de planos pré-pagos da operadora Sercomtel.

A Freakom imagina que, em breve, esteja funcionando em outras cidades brasileiras, inclusive para telefones pós-pagos e até fixos. Se conseguir acordo com todas as operadoras do país, o serviço tem potencial para chegar a 175 milhões de aparelhos – cerca de 82% do total. Segundo o presidente do Grupo Wertt, Jean-Marc Schiffler,  o sistema já está testado, homologado e atrai interesse de agências e anunciantes, dos quais os nomes ele não revela.

O mesmo deve acontecer com os usuários, na opinião do presidente da Sercomtel, Fernando Kirreff. “Nossa audiência é a própria necessidade do usuário. As pessoas só não usam mais seus telefones porque é caro falar. Neste mercado de telefonia, a demanda vai ser sempre maior que a oferta”, acredita. (via Gazeta do Povo)

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Operadoras britânicas traçam plano para publicidade móvel

Como é bom ver o mercado de mobile advertising ganhando a atenção que tanto merece. Após muita negociação, as operadoras de telefonia celular da Inglaterra se aliaram com a empresa de pesquisa de mercado comScore para medir o uso da Internet em dispositivos móveis, na primeira iniciativa desse tipo no mercado. Ótima notícia para os compradores de mídia, que com uma medição transparente e séria poderão planejar com mais eficácia campanhas de publicidade móvel e medir o sucesso dessas iniciativas da mesma forma com que fazem com outras mídias.

Ótimo também para as operadoras, que ampliam sua fonte de receita, e também para os usuários que, entre outras possibilidades, podem trocar o acesso a aplicativos e funcionalidades dos aparelhos pelo aceite em receber anúncios via celular. Está aí um modelo de negócios com tudo para dar cada vez mais certo e servir de benchmark para o mercado brasileiro.

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Apple veta geolocalização para publicidade em iPhone

A batalha Apple X Google esquenta cada vez mais, tendo como ringue o mercado de mobile advertising. A companhia acaba de divulgar em seu site para desenvolvedores que irá rejeitar aplicativos para iPhone que utilizem o sistema de geolocalização para anuúncios, que permite criar campanhas publicitárias destinadas a usuários do smartphone em um determinado bairro. A medida é vista como mais uma ação da Apple para controlar a área de publicidade em seus dispositivos, fechando a porta para funcionalidades desenvolvidas pelo Google. Outro exemplo é o recente anúncio de que a Apple fará uma parceria com a Microsoft para substituir a ferramenta de busca do iPhone pelo Bing.

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