A rede de mobile advertising AdMob concentra hoje seus esforços nos aplicativos, mais do que em internet via celular, de acordo com o executivo Charles Yim. A rede adquirida pelo Google em novembro passado observou que o tráfego gerado pelos smartphones já superou o de aparelhos convencionais desde o fim de 2009. A tendência é de crescimento motivado pelos inúmeros lançamentos de aparelhos, diversificação de plataformas e novos tablets como o iPad.
A rede da AdMob tem crescido bastante e recentemente incluiu 36 milhões de aparelhos iPhone e iPod Touch, além de ter presenciado no final de 2009 uma explosão no número de plataformas Android. Da rede de iPhone da AdMob já fazem parte cerca de 9 mil aplicativos e websites otimizados, número que cresce a cada dia, segundo Yim. A rede Android tem aproximadamente metade disso.
Além de banners e vídeos, a AdMob tem focado em campanhas que usam a propaganda móvel para gerar o máximo de downloads possíveis para um aplicativo. Ao fazer isso, a AdMob pode levar um app ao top 10 ou 25 da lista de mais populares, evitando problemas de detectabilidade entre 140 mil outras opções de aplicativos. (via Connected Planet)
A paulistana Freakom, unidade de negócios do Grupo Wert, está testando um sistema de publicidade em que o usuário, ao colocar um código antes do número a ser chamado, ouve até 24 segundos de comercial em troca de um minuto gratuito pela ligação. A mecânica é similar aos m-ads da operadora britânica Orange, em que o usuário troca recebimento de publicidade por conteúdo. O sistema já está disponível em Londrina, no Norte do Paraná, para os clientes de planos pré-pagos da operadora Sercomtel.
A Freakom imagina que, em breve, esteja funcionando em outras cidades brasileiras, inclusive para telefones pós-pagos e até fixos. Se conseguir acordo com todas as operadoras do país, o serviço tem potencial para chegar a 175 milhões de aparelhos – cerca de 82% do total. Segundo o presidente do Grupo Wertt, Jean-Marc Schiffler, o sistema já está testado, homologado e atrai interesse de agências e anunciantes, dos quais os nomes ele não revela.
O mesmo deve acontecer com os usuários, na opinião do presidente da Sercomtel, Fernando Kirreff. “Nossa audiência é a própria necessidade do usuário. As pessoas só não usam mais seus telefones porque é caro falar. Neste mercado de telefonia, a demanda vai ser sempre maior que a oferta”, acredita. (via Gazeta do Povo)
Como é bom ver o mercado de mobile advertising ganhando a atenção que tanto merece. Após muita negociação, as operadoras de telefonia celular da Inglaterra se aliaram com a empresa de pesquisa de mercado comScore para medir o uso da Internet em dispositivos móveis, na primeira iniciativa desse tipo no mercado. Ótima notícia para os compradores de mídia, que com uma medição transparente e séria poderão planejar com mais eficácia campanhas de publicidade móvel e medir o sucesso dessas iniciativas da mesma forma com que fazem com outras mídias.
Ótimo também para as operadoras, que ampliam sua fonte de receita, e também para os usuários que, entre outras possibilidades, podem trocar o acesso a aplicativos e funcionalidades dos aparelhos pelo aceite em receber anúncios via celular. Está aí um modelo de negócios com tudo para dar cada vez mais certo e servir de benchmark para o mercado brasileiro.
A batalha Apple X Google esquenta cada vez mais, tendo como ringue o mercado de mobile advertising. A companhia acaba de divulgar em seu site para desenvolvedores que irá rejeitar aplicativos para iPhone que utilizem o sistema de geolocalização para anuúncios, que permite criar campanhas publicitárias destinadas a usuários do smartphone em um determinado bairro. A medida é vista como mais uma ação da Apple para controlar a área de publicidade em seus dispositivos, fechando a porta para funcionalidades desenvolvidas pelo Google. Outro exemplo é o recente anúncio de que a Apple fará uma parceria com a Microsoft para substituir a ferramenta de busca do iPhone pelo Bing.
Na semana passada o Brasileirão para iPhone, e patrocinado pela Nova Schin, atingiu seu recorde de acessos e tempo de uso:
São hoje mais de 40.000 downloads em pouco mais de 3 meses! Isso faz do Brasileirão um dos aplicativos mais baixados na história da App Store Brasil!
Na semana passada o Brasileirão foi acessado por quase 18.000 usuários únicos, que acessaram o aplicativo, em média, 5,7 vezes na semana! Esses acessos somaram, em média, 72 minutos por usuário!!!
Esses índices correspondem a 1 milhão e 296 mil minutos de exposição à marca Nova Schin nessa última semana, através do Brasileirão para iPhone. Você conhece algum outro espaço de mídia que entregue uma exposição de marca tão grande, intensa e bem direcionada para um público de alto poder aquisitivo?
O Brasileirão para iPhone, planejado e produzido pela FingerTips, foi disponibilizado na App Store, já com patrocínio da Nova Schin, através da Y&R. Ele está disponível gratuitamente na App Store.

Interessante estratégia que a cerveja americana Bud Light realiza no mundo mobile, reunindo mobile ads com link para mobile site promocional.
Continue lendo ‘Bud Light Port Paradise – mobile advertising + mobile site + LA personalizado’
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