A paulistana Freakom, unidade de negócios do Grupo Wert, está testando um sistema de publicidade em que o usuário, ao colocar um código antes do número a ser chamado, ouve até 24 segundos de comercial em troca de um minuto gratuito pela ligação. A mecânica é similar aos m-ads da operadora britânica Orange, em que o usuário troca recebimento de publicidade por conteúdo. O sistema já está disponível em Londrina, no Norte do Paraná, para os clientes de planos pré-pagos da operadora Sercomtel.
A Freakom imagina que, em breve, esteja funcionando em outras cidades brasileiras, inclusive para telefones pós-pagos e até fixos. Se conseguir acordo com todas as operadoras do país, o serviço tem potencial para chegar a 175 milhões de aparelhos – cerca de 82% do total. Segundo o presidente do Grupo Wertt, Jean-Marc Schiffler, o sistema já está testado, homologado e atrai interesse de agências e anunciantes, dos quais os nomes ele não revela.
O mesmo deve acontecer com os usuários, na opinião do presidente da Sercomtel, Fernando Kirreff. “Nossa audiência é a própria necessidade do usuário. As pessoas só não usam mais seus telefones porque é caro falar. Neste mercado de telefonia, a demanda vai ser sempre maior que a oferta”, acredita. (via Gazeta do Povo)
A controladora da Nextel na América Latina vai transferir todas as operações da sua rede na Argentina, Brasil, Chile, México e Peru para a Nokia Siemens. A companhia repassou a administração dos serviços de telefonia da Nextel, além da engenharia, manutenção e planejamento das operações.
O acordo foi assinado no começo do ano e envolve a transferência de mais de 1.000 funcionários da Nextel na América Latina para a Nokia Siemens. O objetivo é evoluir em rede 3G para competir na telefonia. Toda a parte de infra-estrutura de rede e investimentos continua por conta da Nextel.
Os foliões do Rio de Janeiro, São Paulo, Salvador e Recife passam a contar com um parceiro para a maior festa do Brasil: o aplicativo Carnaval TIM, que traz dicas e informações para quem quer estar por dentro de todos os eventos carnavalescos. Para deixar o folião antenado, o aplicativo oferece um mapa com os principais blocos de rua de cada cidade. Além disso, traz as datas e locais dos eventos, informações de ensaios e desfiles, apuração dos resultados das Escolas de Samba, locais de saída dos blocos de rua e notícias atualizadas durante o carnaval. O aplicativo oferece ainda aos usuários de celulares Android a possibilidade de baixar o samba enredo da sua escola preferida através da TIM Music Store.
As versões para iPhone/iPod Touch e plataforma Android já estão disponíveis para download gratuito. Uma ótima estratégia da TIM para fidelizar clientes e assediar a concorrência. Se bem aproveitada, renderá um grande case.
Desde 21 de janeiro, quando a Nokia disponibilizou de forma gratuita a navegação via GPS em seus smartphones, o Ovi Maps foi baixado por mais de 1,4 milhões de usuários. E o melhor: os smartphones lançados pela companhia a partir de Março já incluirão a navegação gratuita junto com os guias de viagem Michelin e Lonely Planet. No entanto, o custo por esses aplicativos já estará embutido nos próprios aparelhos, que serão um pouco mais caros do que os da linha atual. A Nokia ainda não anunciou nenhuma estratégia de subsidiar esses aplicativos com mobile advertising, o que seria muito mais inteligente, visto que o alto número de downloads desde que o Ovi Maps ficou gratuito, mostra o potencial de mídia que um aplicativo como esse tem.

A Oi começará a vender o iPhone desbloqueado e já está disponível no site o formulário para cadastro dos interessados. É bom para a Oi ter essa opção só que, como sabemos, eles não subsidiam aparelhos, o que com certeza deixará o preço bem salgado (poderiam subsidiar para quem tivesse interesse em um plano de fidelidade).
Há rumores de que o iPhone 3G de 8GB custe em torno de 2 mil reais, o 3GS de 16GB por 2.400 reais e o de 32GB por 2.800 reais. Bom, nesse caso ainda compensa mais comprar em outros locais, até porque sabemos que a rede da oi ainda precisa de algumas melhorias (mas em compensação os preços são ótimos e com pacotes bem competitivos).
Saiu no caderno de Economia de hj do Estadão (versão web abaixo).
Celulares viram cartão de crédito
Uso do telefone como meio de pagamento, popular em países como o Japão, começa a ganhar espaço no Brasil
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Se o celular já é considerado o principal objeto sem o qual as pessoas não saem de casa, daqui a algum tempo será possível sair de casa sem o segundo item mais importante: a carteira. O uso do celular como meio de pagamento, muito disseminado entre os japoneses, começa a ganhar força no Brasil. “Agora nem bolsa eu carrego. Saio só com a chave e o celular”, diz a nutricionista Erika Ibe Rodriguez, 26 anos, que utiliza o aparelho diariamente para pagar a conta do almoço no Shopping Flamingo, em Alphaville, em Barueri (Grande São Paulo). “Uso umas duas ou três vezes por dia. É prático e moderno.”
Pioneira nesse serviço no Brasil, a Oi possui uma base de 200 mil usuários
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