Manter-se atualizado. Compartilhar. Dois imperativos da era da informação e do conhecimento, como já bem definiram esta em que vivemos. Foi da percepção dessas necessidades que nasceu o MAB (Mobile Advertising Brasil).
Como profissional da área* sempre procurei, enfurecidamente, me manter a par das novidades, pesquisar e me aprofundar. No nosso segmento, sabemos que é fundamental conhecer o mercado que se tem como alvo, entender o consumidor, dominar as ferramentas de trabalho, inovar e ousar. A competição é feroz, mas, por paradoxal que pareça, a colaboração é necessária para fazer nosso setor crescer com sustentabilidade.
Não é demais lembrar: são os tempos das comunidades virtuais, dos blogs, da informação aberta, do software livre. Do Twitter, do Wordpress, do MySpace, do YouTube, da Wikipedia, da Blink FM, do Creative Commons, do Flickr… Enfim, tempos em que a Web vai se firmando como a via expressa da convergência digital e, por que não dizer, da convergência pessoal.
Sem dúvida, estamos no momento em que a combinação de mobilidade e digital inicia seu salto. Trata-se, ao mesmo tempo, de um cenário complexo, em que o mercado muda a cada semana e tecnologias ficam obsoletas quase nesse ritmo.
Por tudo isso, decidi compartilhar as informações que tenho encontrado com todos que buscam essas atualizações, com a certeza de que o retorno será muito proveitoso para mim também. Como ninguém chega a lugar nenhum sozinho, decidi chamar algumas pessoas no meu relacionamento do mobile/digital para contribuírem com a iniciativa.
No melhor espírito da Web, o canal estará sempre aberto a sugestões, adendos, críticas e debates. E tenho certeza de que novos colaboradores para este time virão em breve, inclusive do universo de leitores do blog.
O objetivo do MAB, portanto, é a troca de experiências de tudo que rola no mobile advertising e nos setores afins. Novidades, cases & cia, sim, mas muito mais do que isso. Um ambiente democrático e participativo, sério sem deixar de ser descontraído, que se some a outras iniciativas para a qualificação, a organização e o crescimento do segmento no Brasil.
Acesse, sugira, critique e debata. Faça o mercado mobile advertising (e afins) crescer de uma forma sustentável, clara e transparente.
abraços,
Renato Gosling, Fundador e editor do MAB


No mundo corporativo que vivemos, cada vez mais temos enxurradas de informações, conteúdos e exposição de marcas, o que consequentemente nos faz sermos extremamente mais seletivo com o que lemos, ouvimos e assistimos. Até aí, nenhuma novidade. Mas o mais bacana de tudo isto é o conceito Snack Culture, um fenômeno que a publicação Wired abordou recentemente que é o consumo de informações cada vez mais rápido e superficial, na maioria das vezes apoiado no alicerce digital. Nesta linha, vale muito a reflexão de como este fenômeno Snack Culture vai impactar a audiência e o advertising no mobile. Podemos ir além, pois isto também impacta a arquitetura de informação, usabilidade e layout de todos os projetos de sites móveis que veremos pipocar até o final do ano. Na hora de executarmos os projetos, é fundamental pensarmos que o consumidor já não tem paciência, saco e dinheiro para perder à toa. Objetividade é a palavra de vez.

Eduardo Morgado, professor da Universidade Estadual Paulista (Unesp), é um dos pesquisadores que investigam o potencial do m-learning no Brasil. Ao lado de outros professores e com patrocínio da Microsoft, ele desenvolve um projeto no campus da universidade na cidade de Bauru, com alunos dos cursos de sistemas de informação, licenciatura em matemática e pedagogia. “O objetivo é desenvolver aulas diferenciadas, por meio dos dispositivos móveis, em que os alunos não precisam estar necessariamente presentes para acompanhar o conteúdo que será desenvolvido pelo professor”, explica.



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