Arquivamento da categoria 'Conceitos'

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Reinventando o QR Code

qrcode

Aquele visual estranho em preto e branco que os QR Codes possuem estão a ponto de sofrer uma grande mudança. Uma parceria entre a marca fashion da Louis Vuitton e o designer japonês Takashi Murakami trouxeram mais alegria à essa tecnologia.

Eu tentei – sem sucesso – decodificar o QR Code acima, o que me pareceu a princípio, que a forma estava falando mais do que a função. Mas fui informado que com o leitor de QR Codes i-nigma, é possível decodificá-lo. Ele direciona para o endereço: http://lvmonogram.jp/store que é a loja japonesa da marca.

Esse uso criativo de tecnologia me lembrou um case que ganhou o leão de titânio no Festival de Cannes, chamado “Barcode Revolution”. Nele, um estúdio de design redesenhou os tradicionais códigos de barras das embalagens e mostraram que é também é possível ser inovador apenas observando e descobrindo novas possibilidades em tecnologias já consagradas.

Veja o video-case abaixo:

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Mobile Advertising ou App-vertising?

App da Adidas na App StoreUm artigo super legal publicado anteontem pelo Advertising Age estabelece o iPhone como um divisor de águas para o que chamamos mobile advertising. O artigo narra a revolução causada pelo sucesso do iPhone e os estonteantes números alcançados até agora pela AppStore, que por sua vez incentivaram ou “intimaram” outras plataformas a seguir o mesmo caminho e disponibilizarem aos seus usuários sistemas organizados para busca e downloads de aplicativos.

“App-vertising” e “In-application advertising” são termos usados para tentar descrever uma tendência que, segundo o autor, ainda engatinha em termos de possibilidades e adesão do mercado, mas já chama atenção por haver diversos exemplos bem-sucedidos, como os citados na matéria.

Vale à pena conferir o texto na íntegra.

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Mundo dos aplicativos além do iPhone

Muito se fala sobre a App Store do iPhone, com seus mais de 40 mil aplicativos e 1 Bilhão de downloads em menos de um ano de existência.

Não há dúvidas de que se trata de um sucesso estrondoso, mas pesquisando sobre o assunto, descobri que não se trata da primeira loja de aplicativos para plataformas móveis.

Taí mais uma idéia que a Apple não foi a autora exclusiva, mas sim apenas aplica seu já consagrado “toque de Midas” (a interface do mouse, ícones, janelas etc. já foi copiada da Xerox para o Mac original).

De qualquer maneira, o fato é que as plataformas concorrentes do iPhone – BlackBerry, Android, Nokia (Symbiam), Palm e Windows Mobile – nunca falaram tanto sobre “terem suas próprias lojas de aplicativos” com têm falado nos últimos meses.

Desta forma, segue abaixo uma pequena lista de endereços dessas iniciativas, onde é possível conhecer os softwares disponíveis e baixar o software que instala a “loja” nos aparelhos:

1. Android Market
Loja de aplicativos destinados à plataforma do Google, que atualmente é destinada para o T-Mobile G1.
http://www.android.com/market/

imagem2

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Advertising ou atraso de vida?

imagem01Para quem já viveu seus 30 e alguns anos – pronto, entreguei minha idade – e brincava de Playmobil enquanto os Stones lançavam seus melhores discos, não é difícil se lembrar de uma época em que propaganda se via na TV, na Revista ou se ouvia no rádio.

Como retribuição ao conteúdo que nos distrai, informa e emociona, há um bom tempo nos habituamos a conceder um pouco de nossa atenção aos minutinhos de “comercial”. Vivi na infância e adolescência, 70s e 80s, um momento que talvez tenha sido o de maior e mais abrangente influência da propaganda sobre nossa cultura e, por diversas vezes, encantavam-me mais as propagandas que a programação.

Com a mídia impressa essa relação é diferente, pois na maioria das vezes pagamos pelo conteúdo. Quem não se lembra de já ter ouvido alguém dizer em tom de desagrado: “essa revista só tem propaganda!”, porém, nesse caso, podemos decidir virar a página e assumirmos o controle sobre o conteúdo que absorvemos.

Cerca de duas décadas depois – e os Stones ainda lançavam discos – a Internet veio nos presentear com o poder absoluto da escolha e essa característica sempre foi para mim a essência de seu sucesso unânime. Muitas das soluções no começo da web basearam-se na mídia impressa, em que os banners cumpriam seu papel como espaço para advertising, num ambiente que tem a liberdade de escolha como matriz.

Movimento e som chegaram à Internet e ficou cada vez mais difícil prender a atenção das pessoas. Os banners foram (e até hoje são) questionados em sua eficiência e começaram a surgir então algumas soluções que se baseavam naqueles minutinhos que concedíamos à TV e que se fazem presentes até hoje como solução, tanto na web como mais recentemente no universo mobile.

Advertising ou atraso de vida?

Game Touch Hockey, para iPhone

Game Touch Hockey, para iPhone

Animações e telas de advertising que antecedem obrigatoriamente o conteúdo que nos interessa às vezes podem nos parecer uma troca justa, como no tempo em que assistíamos a sessão da tarde, mas outras vezes podem nos surgir apenas e literalmente como “atrasos de vida”.

Exemplo do segundo caso é um dos games para iPhone de que mais gosto, o Touch Hokey. Antes de jogar sua versão grátis, sou obrigado a aguardar alguns segundos olhando para banners que não me despertam nenhum interesse. A mensagem diz algo como: “prestigie nossos patrocinadores para que a versão grátis do Touch Hokey seja possível”.

Sim, eu sei, a versão é grátis… mas acho que o problema não é haver o patrocínio, mas a forma como ele foi planejado. Esse formato só desvaloriza o game e o patrocinador, que acaba tornando-se um empecilho, um “atraso de vida” para o usuário.

O tempo é outro em velocidade e já nos acostumamos a escolher entre uma enorme diversidade de opções de conteúdo, com liberdade e sem restrições. Há formas alternativas e eficientes para que uma marca se faça presente como patrocinadora de um ambiente web ou mobile, seja valorizada e estabeleça um ponto de contato eficiente com seu público. Podemos pensar um pouco melhor, não podemos?

Ah! Os Stones ainda lançam discos.

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Update or Die.: Show & Tell mostrando porque veio

imagem41Rolou neste sábado dia 25 na livraria Cultura do Shopping Villa Lobos o Show & Tell, uma evolução do antigo e muito bom Updaters Talks, antes fechado para convidados e agora aberto ao público. Com a expectativa dos patrocinadores proporcionarem estes momentos muito enriquecedores, esta edição é a primeira neste novo formato. Veja no vídeo abaixo um consolidado de como foi o evento.

Neto da Bullet e Ricardo Cavallini (Cava) foram os responsáveis pelos respectivos speach. Neto falou sobre o mundo dos aplicativos no iPhone mostrando como se faz um app em 45 minutos sem ser um programador. Já o Cava, falou sobre a evolução e impacto da tecnologia desde a época da pedra, mostrando também como a tecnologia pode ajudar a humanidade, sendo uma empresa ou um ser humano ajudando o outro através da web. Muito bom, quem ainda não foi tem que ir e participar. Parabéns pela inciativa para o Brenner, Neto, Cava e todos envolvidos. Vídeo abaixo de como fazer o app em 45 minutos.

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Advergames e a marca, quanto vale?

mobile-games-150x150Cada vez mais são lançados jogos para celulares. Atendendo a diversos devices, os produtos vão de vento em popa. A pergunta que não quer se calar: por que não são patrocinados?

O momento é este. Por meio de uma oferta de conteúdo e de mídia bem estruturados pode-se muito bem apresentar uma proposta de jogos para formula 1, futebol, vôlei, basquete e outros mais.

O mercado publicitário está carente de novas ofertas. Todos já sabem o caminho e o preço para formatar uma proposta nos veículos tradicionais. No entanto vivemos uma oportunidade única para extender o impacto da marca por meio de um jogo no celular. Quanto vale prolongar o tempo de exposição da marca no cliente?

O Brasil está com uma oferta qualificada de desenvolvedores que atende ao mercado externo. Cabe agora alinhar as campanhas desta nova mídia à demanda interna.

Todos sabem que o serviço por sms é perfeito ou beira a isto, mas a minha opinião nem conta mais. Precificar agora é um desafio das operadoras para que os demais players possam alinhar as suas propostas de forma competiva com as outras mídias, por meio de gestão, conteúdo e estatísitcas de impacto.

Os clientes estão carentes de propostas agressivas e que, sobretudo, apresentem resultados desafiadores. É chegada a hora.
Vamos em frente!

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