Arquivamento da categoria 'Conceitos'

O que é mobile marketing?

As ações de mobilidade já estão no mercado há algum tempo, mesmo assim ainda havia confusão. Pensando nisso, a Mobile Marketing Association (MMA) resolveu dar uma pista e propôs uma definição:

Mobile marketing é um conjunto de práticas que permite a organizações comunicar-se e engajar seu público de maneira interativa e relevante por meio de qualquer dispositivo móvel e rede


Esta é uma tradução livre e confesso que fiquei em dúvida sobre o que eles quiseram dizer com network, que traduzi como rede. Há tanto o significado técnico quanto o social, mas acho que ambiguidade foi interessante neste caso.

O fato é que mobile marketing, na prática, é tudo. A MMA tentou ainda delimitar o que é “conjunto de práticas” e “engajar”, mas nem precisava. O quer que uma empresa planeje no celular vai ter como objetivo alcançar o público, ou seja, todas as ações para mobilidade estão inclusas no mobile marketing. A pergunta a ser feita é quais são estas ações. Alguém se arrisca listar todas?

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Debate sobre monetarização de Apps no Nokia Camp 2009

No dia 24 de Outubro estive no Nokia Camp 2009, segunda edição do ótimo evento da Nokia para blogueiros com diversos debates, painéis temáticos e atrações, além da troca de contatos e integração entre os participantes. Dentre os diversos debates e discussões ocorridas, vale ressaltar o debate de monetarização de aplicações para mobile realizado com o Cardoso (do Blog Cardoso), o Johnny Ken (fundador do Migre.me) além de outra personalidade a qual não lembro o nome. Vamos resumir em 4 pontos essa discussão sobre as dificuldades dos desenvolvedores de aplicações mobile, sejam eles de alguma empresa ou atuando por conta:

1) Custo Brasil:

Principal fator de problemas são o valor altíssimo dos impostos, as burocracias e a baixa renda dos consumidores. Isso tudo gera entraves para que o empreendorismo decole e abra o mercado de apps mobile.

2) Operadoras:

As operadoras não oferecem pacotes de dados a preços atrativos além de cobrar um valor absurdo por mega bytes excedentes nos planos. É difícil ter um mercado de mobile apps bons com preços absurdos, ainda mais levando em conta que 80% da base é de telefones pré-pagos. Dessa forma os apps tem que ser feitos para que consumam o mínimo possível de tráfego de dados para que não fiquem 100% do tempo on-line.

3) Iniciativa Privada:

Falta de apoio privado para os desenvolvedores. São poucas as empresas que investem em mobile apps, mobile games, etc. e isso dificulta o mercado de trabalho. Os que agem por conta sofrem dos problemas acima!

4) Gratuidade e Pirataria:

A tendência são aplicações free atendendo ao público em geral e uma versão paga ou módulos pagos para atender heavy users, assim como aplicativos/jogos patrocinados. A pirataria, um ponto bem discutido, foi posto como uma realidade a qual os desenvolvedores terão que conviver.

E que venha o Nokia Camp 2010!

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Layar | mobile augmented reality browser

Desconfie da pessoa que fala que conhece TUDO sobre o seu mercado. Eu, há 2 anos no mobile, estudando, fechando projetos e atendendo clientes no dia-a-dia não sabia que rolava realidade aumentada para celular. E depois que vi este post abaixo aqui então…Vocês já podem ter visto no UoD ou no @fseixas, mas não custa divulgar novamente pois é muito bacana (texto via Bernabauer).

Eu fiquei impressionado com a aplicação para o G1 (primeiro smartphone a rodar Android) que é mostrada no vídeo abaixo. A aplicação se chama Layar e o que ela faz é colocar uma camada de informação sobre a imagem que está sendo capturada com a camera digital do smartphone.
A proposta é que você tenha informações complementares do que está vendo. Por exemplo, você pode estar em frente de um restaurante, apontar o seu smartphone para ele usando a aplicação Layar e descobrir a avaliação do restaurante, seu diferencia, melhor prato, telefone para contato, tudo graças ao smartphone, com camera, GPS, bússola digital e uma conexão com a internet. Pouca coisa né?
Atualmente o Layar está disponível através do Android Market na Holanda. Algumas regiões da Holanda já tem conteúdo para esta aplicação e o desenvolvedor está planejando entrar em outros mercados, como Alemanhã, Inglaterra e EUA ainda este ano. Sem parceiros locais, a coisa fica mais difícil.

Se você mora na Holanda, o Layar vai te informar a localização de caixas eletrônicos, casas à venda, hotspots, empregos e farmacias (ou consultórios a tradução pode ter se perdido). Agora se você não tem um celular com Android e estiver ainda na Holanda, ou em outro país que eles estejam planejando estar até o final do ano, prepare-se para colocar seu iPhone 3GS para se aquecer, por que eles estão focados em levar o Layars para ele. ;-

)

Via @fseixas e

update or die.

Eu fiquei impressionado com a aplicação para o G1 (primeiro smartphone a rodar Android) que é mostrada no vídeo abaixo. A aplicação se chama Layar e o que ela faz é colocar uma camada de informação sobre a imagem que está sendo capturada com a camera digital do smartphone.

A proposta é que você tenha informações complementares do que está vendo. Por exemplo, você pode estar em frente de um restaurante, apontar o seu smartphone para ele usando a aplicação Layar e descobrir a avaliação do restaurante, Continue lendo ‘Layar | mobile augmented reality browser’

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Celular 4×4

Isto sim que é uma bela ação de brand licensing (que é o mesmo que as botas da Catterpilar ou os acessórios para camping da Jeep fazem). Muito bom. Quer o seu? Clique nas imagens.

Imagem4

Imagem5

via @PedroBombanatti

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Reinventando o QR Code

qrcode

Aquele visual estranho em preto e branco que os QR Codes possuem estão a ponto de sofrer uma grande mudança. Uma parceria entre a marca fashion da Louis Vuitton e o designer japonês Takashi Murakami trouxeram mais alegria à essa tecnologia.

Eu tentei – sem sucesso – decodificar o QR Code acima, o que me pareceu a princípio, que a forma estava falando mais do que a função. Mas fui informado que com o leitor de QR Codes i-nigma, é possível decodificá-lo. Ele direciona para o endereço: http://lvmonogram.jp/store que é a loja japonesa da marca.

Esse uso criativo de tecnologia me lembrou um case que ganhou o leão de titânio no Festival de Cannes, chamado “Barcode Revolution”. Nele, um estúdio de design redesenhou os tradicionais códigos de barras das embalagens e mostraram que é também é possível ser inovador apenas observando e descobrindo novas possibilidades em tecnologias já consagradas.

Veja o video-case abaixo:

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Mobile Advertising ou App-vertising?

App da Adidas na App StoreUm artigo super legal publicado anteontem pelo Advertising Age estabelece o iPhone como um divisor de águas para o que chamamos mobile advertising. O artigo narra a revolução causada pelo sucesso do iPhone e os estonteantes números alcançados até agora pela AppStore, que por sua vez incentivaram ou “intimaram” outras plataformas a seguir o mesmo caminho e disponibilizarem aos seus usuários sistemas organizados para busca e downloads de aplicativos.

“App-vertising” e “In-application advertising” são termos usados para tentar descrever uma tendência que, segundo o autor, ainda engatinha em termos de possibilidades e adesão do mercado, mas já chama atenção por haver diversos exemplos bem-sucedidos, como os citados na matéria.

Vale à pena conferir o texto na íntegra.

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