Arquivamento do autor'Fabricio Di Monaco'

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Diário de um revisor de aplicativos

imagem12Num tom entre a comédia e a realidade, o Daring Fireball de John Gruber, publicou o diário de um fictício funcionário da Apple, responsável por revisar os aplicativos submetidos à App Store.

Especialmente interessante aos desenvovedores e os profissionais ligados de alguma forma ao iPhone, o texto aproveita o clima nebuloso que entorna os critérios usados na avaliação dos aplicativos e o processo de aprovação que, muitas vezes, parece mesmo ter sido feito de modo semelhante ao narrado no post.

Vale a leitura, especialmente se você ou sua empresa já tiveram um app surpreendentemente reprovado. 

Via The iPhone Blog

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Mobile Advertising ou App-vertising?

App da Adidas na App StoreUm artigo super legal publicado anteontem pelo Advertising Age estabelece o iPhone como um divisor de águas para o que chamamos mobile advertising. O artigo narra a revolução causada pelo sucesso do iPhone e os estonteantes números alcançados até agora pela AppStore, que por sua vez incentivaram ou “intimaram” outras plataformas a seguir o mesmo caminho e disponibilizarem aos seus usuários sistemas organizados para busca e downloads de aplicativos.

“App-vertising” e “In-application advertising” são termos usados para tentar descrever uma tendência que, segundo o autor, ainda engatinha em termos de possibilidades e adesão do mercado, mas já chama atenção por haver diversos exemplos bem-sucedidos, como os citados na matéria.

Vale à pena conferir o texto na íntegra.

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Advertising ou atraso de vida?

imagem01Para quem já viveu seus 30 e alguns anos – pronto, entreguei minha idade – e brincava de Playmobil enquanto os Stones lançavam seus melhores discos, não é difícil se lembrar de uma época em que propaganda se via na TV, na Revista ou se ouvia no rádio.

Como retribuição ao conteúdo que nos distrai, informa e emociona, há um bom tempo nos habituamos a conceder um pouco de nossa atenção aos minutinhos de “comercial”. Vivi na infância e adolescência, 70s e 80s, um momento que talvez tenha sido o de maior e mais abrangente influência da propaganda sobre nossa cultura e, por diversas vezes, encantavam-me mais as propagandas que a programação.

Com a mídia impressa essa relação é diferente, pois na maioria das vezes pagamos pelo conteúdo. Quem não se lembra de já ter ouvido alguém dizer em tom de desagrado: “essa revista só tem propaganda!”, porém, nesse caso, podemos decidir virar a página e assumirmos o controle sobre o conteúdo que absorvemos.

Cerca de duas décadas depois – e os Stones ainda lançavam discos – a Internet veio nos presentear com o poder absoluto da escolha e essa característica sempre foi para mim a essência de seu sucesso unânime. Muitas das soluções no começo da web basearam-se na mídia impressa, em que os banners cumpriam seu papel como espaço para advertising, num ambiente que tem a liberdade de escolha como matriz.

Movimento e som chegaram à Internet e ficou cada vez mais difícil prender a atenção das pessoas. Os banners foram (e até hoje são) questionados em sua eficiência e começaram a surgir então algumas soluções que se baseavam naqueles minutinhos que concedíamos à TV e que se fazem presentes até hoje como solução, tanto na web como mais recentemente no universo mobile.

Advertising ou atraso de vida?

Game Touch Hockey, para iPhone

Game Touch Hockey, para iPhone

Animações e telas de advertising que antecedem obrigatoriamente o conteúdo que nos interessa às vezes podem nos parecer uma troca justa, como no tempo em que assistíamos a sessão da tarde, mas outras vezes podem nos surgir apenas e literalmente como “atrasos de vida”.

Exemplo do segundo caso é um dos games para iPhone de que mais gosto, o Touch Hokey. Antes de jogar sua versão grátis, sou obrigado a aguardar alguns segundos olhando para banners que não me despertam nenhum interesse. A mensagem diz algo como: “prestigie nossos patrocinadores para que a versão grátis do Touch Hokey seja possível”.

Sim, eu sei, a versão é grátis… mas acho que o problema não é haver o patrocínio, mas a forma como ele foi planejado. Esse formato só desvaloriza o game e o patrocinador, que acaba tornando-se um empecilho, um “atraso de vida” para o usuário.

O tempo é outro em velocidade e já nos acostumamos a escolher entre uma enorme diversidade de opções de conteúdo, com liberdade e sem restrições. Há formas alternativas e eficientes para que uma marca se faça presente como patrocinadora de um ambiente web ou mobile, seja valorizada e estabeleça um ponto de contato eficiente com seu público. Podemos pensar um pouco melhor, não podemos?

Ah! Os Stones ainda lançam discos.

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iPhone: satisfação garantida

13-iphone-customersatisfactionDuas pesquisas recentes revelam que a escolha pelo iPhone garante ótimos índices de satisfação, tanto em ambientes corporativos quanto para uso pessoal.

Um estudo da ChangeWave Research concluiu, a partir de dados recolhidos em Março desse ano, que os usuários do iPhone continuam sendo os mais satisfeitos com seus aparelhos. O índice de satisfação dos usuários de iPhone subiu de 77% detectados em Dezembro passado para 79%, número bem superior que os 50% conseguidos pela RIM e seu Blackberry, em segundo lugar no ranking.

Pesquisa divulgada recentemente pela Forrester Research mostra que, ao adotarem a plataforma móvel da Apple como ferramenta para otimização de seu fluxo de negócios, muitas empresas tomaram a decisão certa.

Funcionários de várias empresas passaram a trabalhar de forma mais produtiva e interessada após a adoção do iPhone como ferramenta móvel de trabalho. Vários fatores ajudaram a determinar esses resultados, entre eles, os baixos custos com suporte técnico e a enorme facilidade de uso do aparelho, que tornam os custos de sua implantação um investimento com retorno garantido. Um comentário interessante registrado pela pesquisa: “A internet parece natural num iPhone, enquanto é um transtorno num BlackBerry”.

Embora haja algumas lacunas que ainda precisam ser preenchidas pela Apple, a maioria dos recursos que ainda não estão disponíveis no iPhone OS 2.0 serão contemplados pela versão 3.0 do sistema, que tem lançamento programado pela Apple para Junho de 2009, ou seja, em breve não restará dúvidas sobre o que já representa a melhor escolha.

Colaborou Silvio Souza Cabral.

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Pequena fração de uma grande revolução

A Apple já deixou claro seu posicionamento de apoio total ao desenvolvimento de aplicativos para a plataforma iPhone através das inúmeras possibilidades que chegam em pouco tempo com a versão 3.0 do iPhoneOS.

O anúncio dos novos recursos que serão aplicáveis a qualquer projeto desenvolvido para a versão 3.0, por si só, asseguram a distância a favor da Apple em relação às outras plataformas móveis por um bom tempo.

Esse posicionamento não se restringe à relação da Apple com os desenvolvedores, mas também contamina as ações de comunicação para o iPhone, que são totalmente baseadas na riqueza e na abrangência do universo de aplicativos à disposição dos usuários do gadget. Acho importante destacar a versão “Office” da campanha. Em 30 segundos a Apple revela apenas uma pequena fração da revolução que a plataforma iPhone está engendrando no universo corporativo.

Uma rápida referência a alguns dos importantes lançamentos que grandes empresas assinaram na App Store nos dá uma ideia de como marcas e negócios de toda a natureza podem aproveitar a plataforma móvel da Apple para revitalizar sua relação com uma fatia importante de seu público e, ao mesmo tempo, atualizar seus processos internos, tornando-se companhias mais preparadas para aproveitar o melhor dos novos tempos em que a mobilidade será o fator desencadeador de novas realidades.

Assistam aos anúncios e preparem-se:

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