Arquivamento mensal de Fevereiro de 2010

Google Earth chega ao Android

Muita gente pediu e o Google atendeu: acaba de ser publicado o Google Earth para o Android 2.1 ou superior. Segundo a empresa, é a melhor versão da ferramenta para dispositivos móveis, oferecendo navegação suave numa tela grande, de 800×480, como a do Nexus One. Com o lançamento veio também a camada “Roads”, popular na versão desktop, que exibe os mapas das vias com os nomes sobre as fotos da superfície.

A versão para Android também aproveita os recursos do sistema de reconhecimento de fala, possibilitando navegar para diversos lugares apenas chamando pelo nome (em inglês, pelo menos). Para baixá-lo basta ir ao Android Market e procurar por “Google Earth”.

Veja o anúncio no blog Google Mobile.

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Nokia e LG investem em realidade aumentada

O uso de realidade aumentada, até então restrito a aplicativos criados por pequenos desenvolvedores, está chegando finalmente aos laboratórios dos grandes fabricantes de aparelhos. Segundo o site Rethink Wireless, Nokia e LG planejam lançar smartphones com aplicativos de realidade aumentada embarcados ainda este ano.

Na LG, a novidade estará presente no modelo LU2300, um smartphone Android que será lançado na Coréia do Sul no segundo trimestre. Na Nokia, a ideia é incluir realidade aumentada em aplicativos de navegação e de mapas da empresa, que se tornaram gratuitos recentemente.

A maioria dos aplicativos móveis disponíveis hoje com realidade aumentada consiste em usar a câmera dos celulares para obter informações sobre objetos e lugares reais. Um exemplo é o Wikitude, disponível para celulares Android que tenham GPS, acelerômetro e câmera: sobre a imagem captada pela câmera do telefone, o aplicativo exibe os nomes dos locais que estão sendo filmados, junto com links para suas páginas no Wikipedia. É uma espécie de guia de viagens portátil e on-line. (via TELETIME)

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Celular como meio de pagamento já é realidade

A inconveniência de uma fila de caixa para pagar conta em dinheiro, a complicação de precisar fazer um saque para poder pagar uma corrida de táxi em dinheiro e  a insegurança de uma compra com cartão de crédito via internet já estão gradativamente sendo substituídas pela conveniência, praticidade e segurança de um meio de pagamento que tem tudo para se tornar o mais utilizado no mundo: o celular. A praticidade vem do usuário fazer a compra fornecendo apenas o número de celular. A segurança é pelo fato dele autorizar a compra digitando a senha no próprio aparelho. E a grande conveniência é poder fazer isso de qualquer lugar, ou seja, a compra não precisa ser presencial.

O mobile payment tem um potencial de expansão rápida, já que a plataforma amplamente utilizada é o SMS, compatível com qualquer aparelho. Futuramente, a tecnologia deve ser substituída pela NFC, em que o débito no celular é feito ao se passar o aparelho em um sensor. No Japão, pioneiro em mobile payment, essa tecnologia já é  utilizada para quem usa o celular como um vale-transporte, similar ao Bilhete Único de São Paulo. Lá já existem cerca de 55 milhões de telefones celulares atuando como “carteira eletrônica” e o mercado cresce cerca de 70% ao ano, devendo chegar a 190 milhões de pessoas em 2012.

Já no Quênia, o celular tornou-se o principal meio de transferência de dinheiro. O M-Pesa, utilizado por 8 milhões de pessoas, equivalente a 18% da população, foi uma alternativa encontrada aos meios precários existentes, como enviar dinheiro pelo correio ou por motoristas de ônibus, em um país onde a população é pouco bancarizada. Esse case mostra como as operadores de telefonia, que em geral tem um alcance na população de baixa renda muito maior do que os bancos, podem explorar essa oportunidade para oferecer inúmeros serviços financeiros.

No Brasil, essa é a tônica da estratégia da Oi Paggo, única prestadora de serviço de mobile payment no País, onde a penetração do serviço ainda é baixa, mas o potencial é altíssimo.  Para o público que tem acesso a cartão de crédito, o mobile payment funciona como uma alternativa mais prática e segura. Já para a base da pirâmide, é a porta de entrada para as mesmas conveniências que um público bancarizado tem. O fato de que o POS no mobile payment é o próprio celular do lojista torna-se uma grande vantagem por conta do baixo custo de implementação, alcance e praticidade, uma vez que até o vendedor de água de côco na praia poderia utilizar o celular como meio de pagamento.  As oportunidades são inúmeras.

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iPhone ajuda a escapar de enchente

Não, ainda não dá para transformar o iPhone em um bote inflável (se bem que pela velocidade das inovações, quem sabe isso não demore tanto). Mas já é possível consultar no app Alaga SP uma lista com os pontos de alagamento da cidade de São Paulo. As informações são atualizadas a cada cinco minutos e vêm do site do Centro de Gerenciamento de Emergências da cidade.

O aplicativo foi aprovado esse mês pela Apple e já pode ser baixado gratuitamente na App Store. Em seu blog, o desenvolvedor do programa, Noel Rocha, conta que a ideia surgiu durante a recente temporada de chuvas em São Paulo, quando seus amigos se questionavam se o caminho para casa estaria alagado.

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iPhone ganha market share e supera Windows Mobile

RIM e Apple foram as grandes vencedoras no mercado de smartphones no ano passado, segundo dados que acabam de ser divulgados pelo instituto de pesquisas Gartner. Segundo o levantamento, as empresas viram suas participações de mercado crescerem de 16,6% para 19,9% e de 8,2% para 14,4%, respectivamente.

Com isso, a plataforma da Research in Motion aparece em segundo lugar no setor, com 34,4 milhões de aparelhos vendidos, seguida pelo iPhone OS, com 24,8 milhões de smartphones comercializados em 2009. O primeiro posto continua com os aparelhos que usam Symbian, com mais de 80 milhões de unidades, mas queda na participação do setor (de 52,4% para 46,9%).

Por conta do forte desempenho em 2009, a plataforma da Apple superou o sistema operacional da Microsoft para smartphones, o Windows Mobile, que em 2008 aparecia no terceiro posto, com  11,8% do chamado market share (caiu para 8,7%). Em 2009, foram vendidos mundialmente 15 milhões de celulares inteligentes com o sistema da Microsoft.

Outra plataforma com forte desempenho foi o Android, que saltou de 0,5% do mercado em 2008 para 3,9% do market share do setor, com 6,7 milhões de aparelhos vendidos em 2009. (via Macworld)

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1 ano de MAB. Mas parece mais!


Este mês o MAB completou 1 ano de existência. De tanta coisa que aconteceu de fevereiro de 2009 até agora, parece que foram dez anos. É que o mercado amadureceu bastante nesse período e o MAB acompanhou todo esse movimento. Hoje, as empresas reconhecem que o mobile deixou de ser promessa e está se tornando realidade. Também é fato que ainda temos muito chão pela frente e que as perspectivas no horizonte são cada vez melhores, com mais companhias aderindo à esse jeito inovador de se comunicar.

Tudo isso faz com que eu aposte cada vez mais no MAB que, mesmo sendo uma atividade paralela para mim, tem ganhado minha atenção, carinho e dedicação, principalmente pela razão máxima do MAB existir: os leitores que sentiam falta de um canal especializado para o mercado comprador de mídia.

Por isso, o MAB tem crescido tanto junto com o segmento e está realizando a sua missão: ser uma referência em informações sobre o universo mobile para agências, anunciantes e players do mercado. Obrigado a você por fazer parte disso.

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