Um mestrando em Arquitetura fez um trabalho sobre o impacto das novas mídias e da Realidade Aumentada na arquitetura moderna, do qual resultou este vídeo. Ele aborda uma perspectiva no mímimo engraçada sobre o papel da Realidade Aumentada no futuro, embora um tanto exagerada. Daria para imaginar as marcas chegando a esse nível de relação com o consumidor? Bom, vale a pena conferir ao menos pela qualidade do vídeo, que é sensacional!
Estudo da IDC revelou que até 2013 o mercado de smartphones crescerá a uma média de 20,9% ao ano, atingindo um total de 390 milhões de aparelhos vendidos. Além disso, a oferta de plataformas móveis, antes restrita a Blackberry e Windows Mobile, deve aumentar ainda mais com a chegada de Android, Mac OS X e webOS. Só o sistema operacional do Google, hoje sendo adotado por diversos fabricantes, deve saltar de uma base de 690 milusuários em 2008 para 68 milhões em 2013, ficando atrás apenas da plataforma da Apple.
Crescimento na base de usuários é crescimento em oportunidades para anunciantes, que cada vez mais aumentarão sua penetração junto a um público altamente qualificado.
Batizado de “Orange Shots”, permite que marcas enviem propaganda interativa via SMS ou MMS de maneira segmentada para um público de aproximadamente 100 mil usuários pré-pagos da operadora que aceitarem o recebimento dos anúncios. Em troca, os consumidores podem acessar canais de notícias, esportes e conteúdo multimídia.
A plataforma foi desenvolvida pela Blyk, empresa que até agosto do ano passado era uma operadora celular virtual (MVNO) sustentada por mobile advertising. A Blyk encerrou suas atividades como MVNO para focar na oferta de seu sistema de publicidade móvel para outras teles.
Segundo o site Rethink Wireless (www.rethink-wireless.com), a Orange testou a plataforma nas últimas semanas com suas próprias marcas e de terceiros, como 4Music e Snickers. A taxa de resposta variou entre 21% e 39%, acima, portanto, da média de 25% que a Blyk registrava quando era uma MVNO. (via Tela Viva)
Alerta para Vivo, TIM, Claro e Oi! Quando teremos um serviço inteligente como esse de m-ads no Brasil?
Ótima notícia para o mercado mobile em primeiríssima mão: a MATERA Systems, uma das principais desenvolvedoras de soluções de TI para os mercados financeiro e corporativo, acaba de adquirir 35% da FingerTips, líder no mercado brasileiro de soluções para plataformas mobile.
Um movimento que será cada vez mais recorrente nesse mercado, em plena expansão e amadurecimento. Para anunciantes e marcas de olho no segmento mobile, é garantia de mais profissionalismo no desenvolvimento de novos negócios, aplicativos e campanhas no mercado que mais cresce em TI e Comunicação.
O presidente da MATERA, Carlos Augusto Leite Netto, vê o negócio como estratégico para as duas companhias, pois deve ampliar a geração de negócios para a FingerTips e consolidar a MATERA como a única no segmento com um portfólio tão completo para instituições financeiras. A sinergia entre os dois portfólios abre novas possibilidades para a MATERA na oferta de serviços como canais eletrônicos via celular e pagamentos móveis, por exemplo.
Já a FingerTips, uma empresa jovem e de apenas 18 meses, terá muitos ganhos em gestão empresarial e oportunidades de internacionalização. O diretor geral Ricardo Longo, afirma que a maturidade e a solidez da MATERA na gestão de processos e no desenvolvimento de software foram fatores decisivos para a finalização do acordo. “Esperamos amadurecer 20 anos em 1”, prevê.
É um computador, um smartphone, ou algo entre os dois? Não seria melhor uma tela wide ao invés da 4:3? É um gadget para se ter agora ou daqui há alguns anos? As respostas mais coerentes a essas perguntas, você encontra nesse excelente post da Halex Pereira, no blog da MacMagazine.
O que é certo é que está aberto um novo mundo para os aplicativos. Como bem disse o diretor geral da FingerTips, Ricardo Longo, “o apelo e a situação de uso são outras”. Isso é tão verdade que a Apple anunciou que vai criar uma sub-divisão de sua App Store: a iPad App Store, que destacará aplicativos desenvolvidos e/ou adaptados especialmente para a tablet.
Longo aponta alguns problemas da iPad como a falta de uma câmera frontal para videoconferência, mas acredita no potencial do aparelho para se tornar um grande concorrente do Kindle, pelo fato de oferecer muito mais que o leitor digital da Amazon por um preço bom. “Num primeiro momento não parece ser revolucionário como o iPhone, mas é muito barato. O que é melhor: Kindle por 300 ou iPad por 500?”
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