Saiu na Isto É Dinheiro uma entrevista com o Ron Czerny, do Mobile Entertainment Forum, ONG para o incentivo de desenvolvimento de conteúdo mobile. Vale a leitura!
Como tem sido o desempenho do Brasil no mercado de aparelhos celular?
Há três anos, o Brasil possui o maior crescimento no número de linhas de celulares da América Latina. São 176 milhões de aparelhos em uso – o que o coloca na quinta posição mundial. Além disso, é um dos países que mais interagem com conteúdos de dados, segmento que apresenta maior crescimento em receita para as operadoras. Esse desempenho tem a ver com o fato de que muitos brasileiros pularam o uso de alguns equipamentos eletrônicos para baixar conteúdo e foram direto para o celular.
Como isso pode gerar oportunidades de negócios?
Até então, o mercado de conteúdo para telefones móveis ficava restrito a grandes empresas multinacionais. Como as fabricantes de celulares tinham sistemas operacionais diferentes, desenvolver aplicativos custava caro. Era preciso criar a mesma ferramenta para diversas plataformas. Com a chegada Android e do Iphone, sistemas mais simples e de maior alcance, qualquer pessoa pode criar e comercializar conteúdos.
Qual o tamanho do mercado?
Em 2009, o mercado de aplicativos para celulares deve movimentar US$ 4,6 bilhões. A expectativa é que esse número chegue a US$ 16,6 bilhões em 2013.
E no Brasil?
O Brasil nunca teve uma grande presença nesse mercado porque não tinha empresas de porte para arcar com os custos de desenvolvimento. Com a chegada das novas plataformas, isso começa a mudar. Em janeiro de 2010, o Mobile Entertainment Forum vai abrir um escritório no País para apoiar os pequenos desenvolvedores.
Iphone 3GS, Blackberry Bold ou Storm 2, Palm Pre, Motorola Droid, HTC Droid Eris, são tantas possibilidades, mas como saber qual a melhor alternativa para o seu uso no dia a dia? Simples, o InfoWorld.com lançou uma “calculadora” de smartphone chamada World Mobile Deathmatch Calculator em que, com sete campos de critérios ela define qual o melhor smartphone para o seu perfil.

Você tem 100 pontos para distribuir entre características como conectividade, suporte para aplicativos, segurança, gestão, voz, usabilidade e algumas outras alternativas e, dentro disso, ele vai identificar qual a melhor opção ou você também pode escolher entre os modelos prontos: pessoal, pequenos negócios, médio a grande negócio e negócios altamente regulamentados.
Outro ponto interessante é uma tabela bem completa com o comparativo entre os “features” de cada smartphone. Vale a pena conferir.
http://www.infoworld.com/mobile-calculator

Por enquanto, são apenas rumores, mas o fato é que o código “iPhone 3,1″ (o iPhone 3GS recebe o código “iPhone 2,1″) começou a aparecer nos relatórios e estatísticas da Pinch Media (empresa especializada em métricas de utilização de iPhone apps).
O Código identificador, apareceu no aplicativo iBART Live, da desenvolvedora Pandav, dedicado a usuários do metrô de São Francisco.
Ainda é muito cedo para tentar adivinhar quando o próximo iPhone vai ser lançado, mas o aparecimento de um código que faz referencia a um modelo de iPhone que ainda não existe, também ocorreu alguns meses antes da Apple lançar tanto o 3G quanto o 3GS.

PS: As imagens deste artigo são apenas conceitos imaginados por designers apaixonados e não relacionados à Apple.

A Oi começará a vender o iPhone desbloqueado e já está disponível no site o formulário para cadastro dos interessados. É bom para a Oi ter essa opção só que, como sabemos, eles não subsidiam aparelhos, o que com certeza deixará o preço bem salgado (poderiam subsidiar para quem tivesse interesse em um plano de fidelidade).
Há rumores de que o iPhone 3G de 8GB custe em torno de 2 mil reais, o 3GS de 16GB por 2.400 reais e o de 32GB por 2.800 reais. Bom, nesse caso ainda compensa mais comprar em outros locais, até porque sabemos que a rede da oi ainda precisa de algumas melhorias (mas em compensação os preços são ótimos e com pacotes bem competitivos).
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