Air New Zealand e o marketing de proximidade

89071Marketing de proximidade pode ser feito através de conexão com disparadores bluetooth, wi-fi, códigos 2d, envio de mensagens SMS para shortcodes etc… Sabe qual destes funciona melhor? A resposta é simples: é aquele que engaja melhor os usuários.

Realizar ações em locais públicos com grande fluxo de pessoas é uma boa maneira de ver resultados nas campanhas. A T-Mobile criou os concertos em praças famosas, a Nike virou case de mobile marketing com a exibição dos modelos dos usuários, criados através de interatividade por SMS, no painel do Times Square (vídeo). E quem se destacou recentemente na mídia foi a empresa aérea Air New Zealand.

A neozelandesa Air New Zealand usou um painel interativo via celular na Califórnia para divulgar a sua tarifa promocional para Londres e também uma promoção cultural chamada “reLAX to London”.

A ação foi realizada em 21 e 22 de maio: 1 dia em LA e outro em Santa Monica. Os usuários interagiam com a campanha através da manipulação de um ‘piloto retrô, estilo seventys (70’s)” que aparecia no painel digital. Os comandos podiam ser enviados por mensagens de texto a partir do celular.

“TXT WHAT YOU WANT ME TO DO 310310”: esta frase em primeira pessoa intimava a participação do público presente. As variações de ‘actions’ realizadas pelo piloto chegavam a 150. O personagem dançava, comia, fazia um ‘quase strip tease’, andava na lua (moonwalking) etc…

Para marketing de proximidade funcionar é preciso entregar ao usuário os “3 Is”: interatividade, interessante e imediatismo. A Air New Zealand soube aproveitar bem este trio para realizar a sua campanha, e no Brasil quem faz bonito assim?

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1 Resposta a “Air New Zealand e o marketing de proximidade”


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