Arquivamento mensal de Março de 2009

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Primavera da Okto começa junto com outono brasileiro

via Teletime

A Okto, maior empresa de SVA do Brasil, foi adquirida pela Spring Wireless, líder global em soluções de mobilidade empresariais, em agosto de 2008. Especialistas elogiaram a união pois as empresas complementam-se com seus respectivos focos de negócio: corporativo (Spring) e SVA (Okto).

slide1 Hoje, 7 meses depois, os funcionários foram avisados da integração completa entre as duas empresas: além da mudança de endereço, a marca Okto deverá ser abandonada até maio próximo. 
Leia a matéria na íntegra aqui.

Obs: A multinacional Spring Wireless possui 12 escritórios no mundo, entre eles: Rússia, Hong Kong, China, Colômbia, Venezuela, Bélgica e França.

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Os desafios do Mobile TV no Brasil

Estive nesse mês de março com o Sr. Jordi, um dos principais executivos da Arena Mobile na Espanha. Nessa conversa com ele o que me chamou muita atenção são os rumos do Mobile TV na Europa e qual seria a tendência para o mercado brasileiro.

Para minha surpresa, não há um modelo de negócio definido nos paises europeus. As operadoras adotam modelos distintos em cada pais. Lá existem vários formatos sendo aplicados nesse momento, desde o streaming até a assinatura, o que me parece ser o mais interessante.

A Vodafone em Portugal adotou um padrão de assinatura diária, semanal e mensal. Esse formato permite o cliente ter acesso a 27 canais. Também trabalham com o pay-per-view para jogos de futebol e conteúdo adulto, muito parecido com o modelo de tv a cabo. Possivelmente será este o caminho aqui no Brasil, até porque não é viável tarifar o streamming do usuário antes mesmo dele acessar o conteúdo.

A Vodafone anunciou em seu site a venda para o jogo da final da Taça da liga no mobile TV (disponivel apenas para aparelhos 3G). Um possível formato também seria o conteúdo ser distribuido gratuitamente por meio de patrocinio, pelos números de acesso deste jogo do Sporting e Benfica, parecem valer a pena.

Nessa onda de interatividade, os clubes portugueses acompanham o movimento. O Sporting e o Benfica vem fazendo um trabalho fantástico, merecem uma atenção especial dos clubes brasileiros. Mais uma vez, temos muito que aprender com os nossos amigos portugueses.

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Time Inc e sua boa “tacada” no mobile

imagem12Este post é especial para mim pois une duas coisas que me apaixonei: mobile e Golf. Ambos crescem muito nos EUA, e quando falamos em Golf, percebemos que uma das várias coisas que ele ajuda muito é fomentar os negócios. Falando nisto, cito aqui um dos maiores grupos de comunicação do mundo, Time Inc (que publica as famosas revistas Time, People, Fortune, Entertainment Weekly e Sports Illustrated), que divulgou recentemente que mobile para eles é uma evolução natural na comunicação do grupo.

Eles também revelaram que o faturamento dos impressos está caindo cada vez mais, junto com as respectivas assinaturas, e que o mobile é um pontencial que já dispende de grandes investimentos. Prova disto são os sites móveis acessados via iPhone das publicações: Time.com, Life.com, CNNMoney.com, People.com e Golf.com, desenvolvidos pela Crisp Wireless, empresa sediada em Nova York focada em soluções mobile.

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A iniciativa mais arrojada e com grande potencial da corporação é o Golf.com, lançada em abril de 2007 e já um enorme sucesso na web (cerca de 1.1MM de visitantes únicos no mês). Nas próximas semanas, veremos três vertentes mobile do Golf.com, são elas:

34911) Versão WAP que trará notícias em tempo real, reviews de viagens para jogar Golf, localizador do campo ideal para cada jogador (cerca de 16.000 mil campos) entre outras features.

2) Versão para iPhone (estréia em seguida da versão wap), com conectividade Facebook, mapas, previsão do tempo e possibilidade para gravar jogadas / pontuação de uma partida.

3) A terceira vertente a ser lançada no meio de abril, é uma plataforma chamada Golf Life, que oferece ferramentas para jogadores interagirem através das redes sociais (só quero ver como será)!

imagem5

O mais bacana de tudo isto é que este projeto já possui vários patrocinadores, com o objetivo de proporcionar para os usuários uma experiência única com muito serviço relevante. O advertising não vai se limitar ao banner, e uma das formas diferente de veiculação será através de vídeos ao vivo para os anunciantes explorarem. Quem irá prover a estrutura para a campanha será a AdMob. Um dos sponsor será a vodka Grey Goose, resta saber como será o “below de banner” (através do vídeo ao vivo ou a forma que for)!

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Anúncio para “sacudir” no iPhone mostra que mobile advertising não tem limites.

O recente case de mobile advertising da Dockers inaugura um novo formato publicitário no iPhone:  “o anúncio para ser utilizado”.

Este projeto inovador e pioneiro desenvolvido pela agência multinacional Razorfish, conta com a participação do “freestyle dance expressionist” Dufon Smith (também conhecido como Orb/Orbit/Orbitron) que dança usando calças Dockers de acordo com as “mexidas” feitas pelos usuários.

Feito especialmente para ser usado com o acelerômetro do iPhone, o anúncio esbanja criatividade e engaja o usuário entre as etapas dos free app games iBasketball, iGolf e iBowl e na iTV quando é convidado sacolejar o seu iPhone e fazer Dufon “get down”.

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O “app ad” (aplicativo publicitário) chama-se “Shakedown 2 Get Down”, algo como “vibre para acontecer” e segundo a Forbes, é o primeiro anúncio “motion-sensitive” produzido.

O campo para a criação de novos formatos publicitários para celular é enorme e pode tornar-se tão relevante para o consumidor ao ponto de virar o seu aplicativo favorito entre os milhares disponíveis na App Store. Mais uma prova de que mobile advertising veio para ficar ainda mais se for bem feito e alinhado com os anseios de seu público alvo.

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Como serão as vendas do iPhone em 2009?

Há algumas semanas atrás escrevi um post sobre o crescente consumo de aplicativos na Appstore tanto na aquisição de conteúdos pelos usuários como pela oferta proveniente de diversos desenvolvedores.

Este cenário mostra que apostar no iPhone como uma vitrine de seus produtos e serviços é um bom negócio. E a razão disso tudo é que o número de unidades comercializadas de iPhone no mundo também não para de crescer.

Hoje o emarketer publicou uma tabela com as vendas mundiais de iPhone e iPod. Os números abaixo não escondem que este telefone conquistou o consumidor porque oferece facilidade e simplicidade na sua utilização, proporcionando experiências inigualáveis e interessantes.

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E 2009?

A Apple anunciou o lançamento da nova versão, o iPhone 3.0 para maio. Com novas funcionalidades, o novo smartphone vem para satisfazer os atuais clientes e tentar conquistar mais adeptos que sentiam falta de algumas funções que a versão 2.0 não possuía.

O provável número de vendas da versão 3.0 é instigante. Fãs ansiosos já aguardam o lançamento. Qual tempo nas prateleiras será suficiente para bater as vendas da versão anterior? 1 mês? 15 dias?

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Coisas boas que ainda não vi

Não é novidade para nós que  um dos próximos boom do mobile marketing serão os aplicativos. Mais uma vez a Apple puxou a fila com a App Store, mas muitos concorrentes virão pela frente. A própria RIM já lançou lá fora sua loja de aplicativos, como outros diversos players. 

No Brasil, já estamos vendo vários aplicativos para iPhone bem interessantes. O que eu ainda não vi (me corrigem se estiver errado) é a combinação dos aplicativos com uma campanha de mobile advertising para gerar mais tráfego e consquentemente download para os respectivos aplicativos, que com certeza ajuda muito a conquistarmanter uma boa posição no ranking dos “Top Free” da App Store.

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sugeri isto em inúmeras agências, mas até agora ninguém apostou. Conforme digo, o mobile é semelhante  a bolsa, devemos comprar na baixa para vender na alta. Esta aposta tem que ser feita (e vamos superar os possíveis traumas do passado). Tenho grande convicção que iremos realizar MUITO esta dupla: APLICATIVOS + M-ADS (mobile advertising), até porque um não vive sem o outro, e, nesta linha, segue também SITES MÓVEIS + M-ADS!

Vale lembrar que para os outros celulares Touch podemos direcionar o usuário (após o click na peça) para um site móvel onde ele irá fazer o download do aplicativo para “rodar” local no seu celular. Basta nós esperarmos para saber quem serão os primeiros a apostar para fazer diferente. Alguém arrisca um chute? Eu já tenho minha opnião.

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