Muito interessante a forma da AdMob divulgar os milhões de advertising que são entregues nos celulares mundo afora. E dá-lhe inventário! Clique aqui para ver.
Arquivamento mensal de Março de 2009
No mundo corporativo que vivemos, cada vez mais temos enxurradas de informações, conteúdos e exposição de marcas, o que consequentemente nos faz sermos extremamente mais seletivo com o que lemos, ouvimos e assistimos. Até aí, nenhuma novidade. Mas o mais bacana de tudo isto é o conceito Snack Culture, um fenômeno que a publicação Wired abordou recentemente que é o consumo de informações cada vez mais rápido e superficial, na maioria das vezes apoiado no alicerce digital. Nesta linha, vale muito a reflexão de como este fenômeno Snack Culture vai impactar a audiência e o advertising no mobile. Podemos ir além, pois isto também impacta a arquitetura de informação, usabilidade e layout de todos os projetos de sites móveis que veremos pipocar até o final do ano. Na hora de executarmos os projetos, é fundamental pensarmos que o consumidor já não tem paciência, saco e dinheiro para perder à toa. Objetividade é a palavra de vez.
No Brasil, se somarmos a participação de mercado das maiores operadoras de telefonia móvel: Vivo, Claro, Oi e Tim, verificamos que este share passa tranquilamente 80% do mercado. O que isto significa? Significa que as tarifas / valores de voz e dados para os consumidores brasileiros são as maiores do mundo, o que consequentemente acabando sendo um dos grandes entraves do por que a web móvel (principalmente mobile advertising) não decolou como poderia.
Naturalmente, o celular acaba sendo um grande seletor natural, previlegiando só as classes sociais abastadas de desfrutar de todos os benfícios e facilidades que a web móvel proporciona. Cabe a Anatel ter persistência e muito trabalho duro para as coisas melhorarem. Muito importante também, é nós como consumidores exercermos nossas cidadania, principalmente lutando pelos nossos seus direitos.
Vejam que legal a campanha da Virgin Mobile através de uma série de filmes que em uma das condições para um consumidor se tornar cliente Virgin Mobile é não se atrelar a um contrato anual, além de U$10,00 para SMS free! Enjoy it!
Nessa semana duas publicações semanais mencionaram as oportunidades na arena mobile. Na capa da Dinheiro, leitores depararam-se com uma mensagem afirmativa e motivadora sobre investir em “mobile business”. A Veja (o link é para o índice pois a matéria só está disponível para assinantes
) abordou dentro da matéria sobre guerra das operadoras após a largada da portabilidade, um explícito comentário sobre a necessidade de crescer a fatia de “data services” em vista de aumentar os lucros dentro de um mercado de voz e linhas já estagnado.
Enquanto as operadoras não crescem esta fatia, diversas empresas, como as que foram citadas na Dinheiro, buscam e desenvolvem iniciativas para aproveitar as oportunidades do promissor mercado móvel.
No resumo da ópera, são estas empresas médias ou start-ups que ensinam ao mercado como se faz mobile marketing e mobile advertising. São elas e seus empresários fundadores, mais suas equipes engajadas e preparadas que resolvem com criatividade as dificuldades existentes, dissolvem mitos do mercado e principalmente entregam soluções que adicionam valor aos negócios de seus clientes.
Abaixo seguem algumas destas grandes iniciativas e seus respectivos web sites:
Vale ler a matéria toda. “Fortunas no celular” Uma nova geração de empresários enxerga nos aparelhos móveis a chance de lucrar como fizeram os pioneiros da internet. Saiba como você pode surfar nessa onda.

Pessoal, a Samantha Joanine (Country Manager da Arena Mobile) é a mais nova integrante do time. E é a primeira mulher entre todos os participantes do até então Clube do Bolinha. Sam, seja Bem-Vinda!







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