Já está disponível para download gratuito na App Store a Follow the Queen, primeira exposição de arte criada para iPhone e iPod Touch. São 10 trabalhos de diferentes artistas: Pedro Gutierres, Nina Moraes, Lidia Brancher, Ricardo Zigomático, Vinícius Popó, Guilherme Dietrich, Jorge Galvão, Felipe “Phil” Guimarães, Fabio Sasso e Jotapê Pax.
A navegação da Follow The Queen tem uma pegada que lembra o livro Onde Está Wally?. Em cada obra há uma rainha escondida, e que só depois de encontrada, permite a visualização do artista seguinte.
Criada e desenvolvida pela Queen Mob com curadoria da Pomba Arts, a proposta da Follow The Queen é gerar um novo momento de interatividade entre arte e telefonia celular, onde quem possui um celular Apple pode colocar, literalmente, as obras de arte no bolso sem a necessidade de ir até a galeria.
A exposição é bastante interativa e aceita obras de novos artistas, que podem enviá-lo para a curadoria da Follow The Queen através do blog, que entra no ar no mesmo dia que a exposição. O artista poderá ter seu desenho publicado no blog do e receber outro inédito pelo correio. Não há custos para o envio do trabalho.
Essa é a pergunta que todos se fazem, sejam os consumidores que já efetuaram a pré-compra e aguardam ansiosamente pelo dia 3 de abril, sejam os profissionais de mídia impressa, que esperam que o tablet da Apple estimule – e muito – a leitura digital. E o principal: com o usuário pagando para receber esse conteúdo na iPad.
Abaixo, três demonstrações: a primeira da publicação sueca Bonnier R&D é mais conceitual e passa a sensação de um app totalmente customizado para a mídia e bastante visual, lembrando um pouco o app que a Wired já desenvolveu (post anterior aqui). A segunda é uma versão da Sports Illustrated, com um pouco mais de cara de website, mas ainda assim interessante. E a última, do jornal alemão De Telegraaf, é um exemplo do que deve ser a maioria das versões, ao menos nessa primeira fase do iPad: uma transferência de website para a tela 9.7 polegadas.
O vice-presidente de engenharia do Google, Vic Gundotra, disse esperar que os preços pagos por anunciantes para publicidade vinculada a buscas em celulares possam superar os preços atuais dos anúncios em computadores pessoais, graças à crescente popularidade dos smartphones.
Apesar de não informar para quando prevê essa virada, Gundotra disse que os preços para a publicidade em celular subiram “dramaticamente” nos 12 últimos meses e apontou que o número de buscas no Google conduzidas com celulares quintuplicou em dois anos. Ele mencionou a disponibilidade de tecnologia, como dados de GPS que podem informar ao Google sobre o paradeiro de um usuário de celular, como fatores que ajudariam a companhia a criar anúncios online mais “relevantes”. (via Reuters)
O lançamento do iPad vai abrir caminho para uma verdadeira enxurrada de tablets concorrentes neste ano. Segundo o gerente de computação móvel da ARM, fabricante de chips de processamento para e-readers e netbooks, Roy Chen, os primeiros portáteis devem aparecer no segundo trimestre do ano.
Um dos concorrentes dá indícios da breve chegada: é o Streak, tablet da Dell, do qual as imagens acima já vazaram na rede. Um diferencial em relação ao concorrente da Apple é que o tablet virá com duas câmeras – uma de cada lado -, permitindo o uso do gadget para videoconferências.
“Muito mais chegará no terceiro trimestre”, disse o executivo, que destaca que os lançamentos devem ocorrer em primeiro lugar na China (país conhecido por suas cópias de iPhone). Como fabricante de chips, a ARM consegue ter uma visão privilegiada de como suas peças estão sendo utilizadas pelos parceiros. Durante entrevista coletiva, em Taipei, a empresa já revelou dois tablets rodando o sistema operacional Android, do Google. (via Macworld)
Após um período de testes, o Google acaba de implementar a veiculação de anúncios na versão mobile do YouTube. Em post do seu blog que anuncia a novidade, a companhia incentiva potenciais anunciantes a explorarem o universo mobile, afirmando que o público que assiste vídeos pelo celular são “pioneiros em novas tecnologias e têm dinheiro para gastar”.
A nova funcionalidade faz parte da estratégia do Google de colocar o mobile como prioridade em seu modelo de negócios (leia post sobre isso aqui). Entre as mais recentes empreitadas do gigante das buscas, estão a implementação da ferramenta AdWords (links patrocinados) em iPhone e Android, e a aquisição da rede de mensuração de publicidade móvel AdMob.
Com o crescente aumento no acesso a conteúdo via celular, não é difícil imaginar que a venda de anúncios no YouTube móvel repita o sucesso de sua versão desktop.
Com base em análise da Busted Loop, o site Forbes.com afirma que a iBookstore terá 20 categorias de livros quando for aberta no lançamento do iPad, marcado para 3 de abril. Embora não exista nenhuma previsão de quantos ebooks estarão disponíveis para compra na loja da Apple, o número de categorias indica que ela está se preparando para oferecer uma quantidade enorme de livros.
Razões não faltam para crer que a demanda por conteúdos para iPad será alta. Uma outra análise da Broadpoint AmTech acredita que 30% da receita gerada pela tablet da Apple virá da venda de conteúdo extra na iTunes Store, App Store ou até mesmo da iBookStore.
Em nota relacionada, a Apple indica ter começado adaptações na App Store para a disponibilidade de aplicativos para o iPad. Segundo o Busted Loop, uma parcela pequena do catálogo da loja já foi marcada como compatível com a tablet, graças a testes conduzidos com updates enviados nas últimas semanas. (via MacMagazine)
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